CFC apresenta um ótimo retrospecto da história da Contabilidade Pública no Brasil

CFC apresenta um ótimo retrospecto da história da Contabilidade Pública no Brasil

Vídeo celebra a trajetória da contabilidade governamental e destaca os pioneiros que transformaram a área

O Movimento Internacional e a Virada Brasileira

Marcos globais da contabilidade pública
✔️ 1986 — criação do Public Sector Committee (IFAC)
✔️ 1997 — lançamento das primeiras IPSAS, que inauguram a padronização internacional
✔️ A partir daí, mais de 80 países passaram a convergir seus sistemas contábeis ao padrão global

A trajetória normativa brasileira
✔️ 1964 — Lei nº 4.320 (modelo centrado no orçamento)
✔️ 2006 — gestão de Maria Clara Cavalcante Bugarim coloca a contabilidade pública no centro da agenda nacional
✔️ 2008–2011 — primeiras normas convergidas publicadas pelo CFC e STN
✔️ 2017 — início da adoção obrigatória das NBC TSP alinhadas às IPSAS
✔️ 2021 — criação do CPCP (Comitê Permanente de Contabilidade Aplicada ao Setor Público)

 

Com ela, tudo começou

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O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) publicou, em 2025, um dos mais completos e emocionantes resgates da evolução da contabilidade pública brasileira — uma narrativa que atravessa décadas e coloca no centro do debate a transparência, o patrimônio público e a governança estatal.

O vídeo apresenta a contabilidade pública não como mera técnica de registro, mas como instrumento de cidadania, governança e fortalecimento do Estado. Com linguagem clara e narrativa histórica, o material mostra como o Brasil passou de um sistema centrado no orçamento para um modelo patrimonial robusto, convergente às normas internacionais e conectado ao movimento global liderado pela Federação Internacional de Contadores (IFAC).

🎥 Assista ao retrospecto completo aqui:

Primeiro palestrante em CASP em Ribeirão Preto

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📚 A conexão histórica com Ribeirão Preto: I e II SRCASP

O movimento nacional de convergência encontrou eco imediato no interior paulista.

✔️ 14/03/2012 — I SRCASP (retroativo)
Palestra de Paulo Henrique Feijó inaugura, em Ribeirão Preto, a agenda regional de formação contábil voltada à nova estrutura patrimonial do setor público.

✔️ 30–31/07/2013 — II SRCASP
Ribeirão Preto sedia a primeira edição oficial do seminário, já em parceria com a STN, reunindo 500 participantes de 110 municípios.

📎 Veja aqui as matérias completas:

🔗 I SRCASP → aqui
🔗 II SRCASP → aqui

Madrinha do grupo contábil da ASSEFIN

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📌 Por que este vídeo importa para a gestão fazendária municipal

O CFC mostra que:

— A contabilidade pública é patrimônio, governança e Estado.
— A convergência normativa é um processo histórico contínuo e irreversível.
— A qualidade da informação contábil depende do compromisso conjunto entre União, estados e municípios.
— A formação técnica de servidores fazendários é fundamental para consolidar o modelo patrimonial.

A trajetória apresentada no vídeo reforça a importância da atuação das cidades paulistas — hoje reunidas na ASSEFIN-SP — na construção de uma contabilidade pública moderna, capaz de sustentar políticas fiscais sólidas, controle, transparência e justiça distributiva.

Ricardo Rocha, presente na CASP e no SGESP

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👥 Os nomes que influenciaram o movimento — e o caminho até o SRCASP/SGESP

O vídeo do CFC presta homenagem a profissionais que dedicaram suas carreiras à modernização da contabilidade pública. Entre eles, alguns dialogam diretamente com a história dos seminários realizados em Ribeirão Preto:

⭐ Maria Clara Cavalcante Bugarim — figura central da virada normativa de 2006; pioneira na agenda regulatória da contabilidade pública.
⭐ Paulo Henrique Feijó — referência nacional, palestrante do I SRCASP e um dos homenageados pelo CFC.
⭐ Diana Vais de Lima — homenageada no vídeo; madrinha do grupo contábil criado pela ASSEFIN-SP; presença marcante no SRCASP e no SGESP.
⭐ Ricardo Rocha de Azevedo — partiicipou do início da implantação da Contabilidade Pública em Ribeirão; também é presença marcante no SRCASP e no SGESP.

 

Essa base técnica e institucional ajudou a formar a cultura fazendária que mais tarde estruturaria os Encontros Fazendários e o SGESP.

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