Tesouro Nacional e SGESP: uma trajetória que virou referência em gestão pública fazendária (parte 1 de 2)

Tesouro Nacional e SGESP: uma trajetória que virou referência em gestão pública fazendária (parte 1 de 2)

Iniciativa com palestra técnica evoluiu para um dos principais espaços de articulação entre normas nacionais e prática municipal

2013 — Estruturação: nasce o SRCASP

A experiência bem-sucedida levou à estruturação do evento como iniciativa regional. Após articulação em Brasília, no SCASP (evento da STN), foi criado o SRCASP – Seminário Regional de Contabilidade Aplicada ao Setor Público.

O novo formato consolidou:

- palestras técnicas da STN
- oficinas temáticas
- integração com órgãos de controle

Participaram especialistas como Henrique Carneiro, Antônio Firmino e Arthur Lucas Sousa, ampliando a densidade técnica do evento.

Paulo Feijó

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2014 — Expansão temática: da contabilidade à controladoria

Na terceira edição do SRCASP, realizada em 30 e 31 de julho, o evento já avançava para além da contabilidade.

A palestra de Leonardo Silveira do Nascimento (STN) destacou a transição para a contabilidade patrimonial sob normas internacionais, enquanto entidades como FIPECAFI e CRCSP reforçaram o caráter institucional do encontro.

Henrique , Antônio, Nalini e Arthur

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2015 — Consolidação: nasce o SGESP

A quarta edição marcou um ponto de inflexão: o evento passa a se chamar Seminário de Gestão Pública Fazendária (SGESP), refletindo sua ampliação temática e institucional.

No mesmo ano:

- o SGESP é incluído no calendário oficial de Ribeirão Preto (Lei nº 13.445/2015)
- a STN mantém presença ativa, com destaque para Alison de Oliveira Barcelos
- o apoio do GTCON/RP reforça a base técnica local

Leonardo Silveira do Nascimento

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2016 — Ampliação técnica: múltiplas frentes da STN

No 5º SGESP, a participação da STN se expande em conteúdo e especialização:

Cláudia Rabelo — comparabilidade das informações contábeis e LRF
Alex Fabiane Teixeira — crise fiscal e desafios estruturais
Alberto Cardoso — SADIPEM e cadastro da dívida pública
A mediação de Ricardo Rocha de Azevedo reforça a continuidade técnica do evento.

Alison de Oliveira Barcelos (primeiro a esquerda)

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2017 — Integração e padronização de dados

O 6º SGESP aprofunda temas estruturantes da gestão fazendária:

envio de informações à STN
- padrão XBRL e Matriz de Saldos Contábeis
- integração com sistemas estaduais (Audesp)

Participaram:

- Alberto Cardoso
- Rodrigo Pereira Neves
- especialistas ligados ao TCESP

Cláudia Rabelo, Alex Teixeira, Alberto Cardoso e Ricardo Rocha de Azevedo

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2018 — Consolidação dos sistemas nacionais

No 7º SGESP, o foco se volta à consolidação das bases nacionais de dados:

- Aldemir Nunes Cunha (STN) aborda SICONFI e MSC
- participação de especialistas e entidades reforça o alinhamento técnico
- continuidade da colaboração de Ricardo Rocha de Azevedo

Alberto Cardoso e Rodrigo Pereira Neves

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Ao longo dessa trajetória, a atuação da Secretaria do Tesouro Nacional acompanhou — e, em muitos momentos, impulsionou — a evolução do SGESP, que deixou de ser um encontro técnico pontual para se tornar um espaço estruturado de integração entre normas nacionais e prática municipal.

Essa construção conjunta consolidou o evento como referência na difusão da contabilidade pública e no fortalecimento da gestão fazendária no Brasil.

by João Petrasso - estagiário
 estudante de jornalismo

 

Aldemir Nunes Cunha

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A trajetória do Seminário de Gestão Pública Fazendária (SGESP) está diretamente ligada à atuação da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e ao avanço da contabilidade pública no Brasil. Mais do que presença institucional, essa relação revela como o evento se consolidou como espaço de difusão técnica, alinhamento normativo e modernização da gestão pública.

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2012 — O ponto de partida: uma palestra que deu origem ao projeto

Em 14 de março de 2012, uma iniciativa ainda pontual, realizada em Ribeirão Preto (SP), reuniu mais de 450 profissionais da contabilidade pública.

A palestra “A Nova Contabilidade Pública – Quebrando Paradigmas”, ministrada por Paulo Feijó, então coordenador da CCONF/STN, marcou o início de um movimento que ultrapassaria o formato de evento isolado.

O encontro contou ainda com a participação dos professores André Aquino (USP) e Ricardo Lopes Cardoso (FGV), que apresentaram a Matriz de Maturidade Contábil, reforçando o vínculo técnico com a STN desde a origem.

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